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domingo, 13 de dezembro de 2009

Minerva - De anti-herói a vilã.



Em seus últimos momentos em cativeiro, Minerva sofre as ultimas torturas funestas de Diana, sim desta vez a heroína vem em pessoa torturar a filha aprisionada.

Naquela sela escura, minerva pensa esta cega, reconhece sua mãe pela voz, que começa um belo e longo discurso que começa por: Você foi o grande amor da minha vida e a maior decepção de toda minha vida... A anti-herói teve que ouvir tudo acorrentada e amordaçada, com gostas de vinagre pingando em sua testa. Diana exige reação dela, mas a ‘’quase frágil’’ se quer respira fundo. Cansada de torturar ela encerra: Não quero mais você, você é um vírus um parasita que só me faz mal.

Diana desacorrenta Minerva e a deixa livre, mas quase morta. A anti-herói diz: Lamento mas vou viver, e vou ser tudo o que você não é, e se você é a Heroína da historia, eu sou a VILÃ, e vou ser feliz, coisa que você Diana, não é!


sábado, 12 de dezembro de 2009

encontro.



Encontro perfeito por Jujuba.
Fim de tarde, o Sol se pondo, as rosas florescendo, ela estaria lendo seus poemas escritos outrora. Ele chegaria manso, tímido, com as rosas ainda não desabrochadas na mão, ele já saberia seu nome, e incrivelmente sabia todas as informações sobre ela, a convidaria para dançar uma musica lenta, sem haver se quer resquício de som, ele saberia a cor dos seus olhos, e sua cor preferida.
Se aproximar calmamente, mexerá em seu cabelo, ele ia sorrir, ela retribuía o gesto, ele daria um sorriso curto e a beijaria, ela sentiria a perna tremer, a mão suar, borboletas a voar em seu estomago, ficaria ainda mais tímida, baixaria a cabeça, e o beijaria.



Encontro perfeito por Minerva
Depois das vinte e três horas, ela já quase embriagada, com um copo de cerveja na mão. Unhas pretas, cabelo bagunçado, maquiagem quase borrada, mas sempre com aquele sorriso ardente no rosto. Ele se sente atraído de longe, sente seu cheiro a metros de distancia, se aproxima, pergunta o nome dela, ela diz um nome falso, Ana. Ele a agarra pela cintura, como se esse fosse o jeito de ela não fugir dali, ela o ignora, vira o rosto,  ele segura seu queixo com firmeza e lhe rouba um beijo, depois do beijo retribuído ela cospe no chão. Da-lhe um tapa no rosto e o numero de seu telefone. 

Jujuba & Minerva...

essas duas, nunca se sabe o que elas podem aprontar,
mas agaranto a vocês, que elas vão estar sempre juntas. 



quinta-feira, 26 de novembro de 2009

derrota... ou não.


Pela primeira vez nesse blog eu ia escrever uma coisa triste, que falasse da minha derrota, mas lembrei de meus princípios, e do que eles significam pra mim. E sem querer saiu isso:
‘’As pessoas em geral dizem que sonhar é preciso para realização, que sonho é a base de tudo, que sonhos existem para ser realizados.
O que elas não dizem, é não a nada mais doloroso que a perda de um sonho.
Eu dês de sempre só tive dois sonhos, ser independente [ter uma casa um trabalho, ser responsável por mim] e ter a Mhálu [minha filha]. Ano passado, fiz 18 anos, e meti o pé na estrada, com todo esforço possível consegui minha casa e estudo, um tempo depois consegui trabalho. Minha vida ficou perfeita, eu tinha tudo àquilo que desejei, minha vida profissional, pessoal estavam perfeitas.
Um dia acordei e vi minha vida cair sob meus pés. Perdi o emprego o estudo, e minha vida pessoal um lixo. Eu trinquei os dentes e decidi que não ia contar nada pra minha mãe, ela viu minha ascensão, e eu num ia a deixaela ver minha derrota. Foi uma época difícil, eu sofri bastante, cai na vida, e foi ai onde eu mais aprendi.
Quando eu pensava que tava ruim, piorou 1000%, briguei com todas as pessoas queridas de minha vida, e minha mãe descobriu que minha vida era uma merda, e pra ficar legal, isso tudo aconteceu no dia do meu aniversario. E eu acabei perdendo a primeira e única festa surpresa da minha vida.
Nesse momento eu só não morri por que tinha um grande amigo comigo, que num me deixou morrer. [a ele obrigada pra sempre]
Eu voltei pra Tianguá [cidade onde eu morava]. E me senti presa, trancada, deprimida, e a vontade era só uma. Sobral, Sobral, Sobral. Mas fui proibida de ir pra sobral até segunda ordem.
Perdi tudo e ainda estava presa em uma cidade que eu odiava. Perdi um sonho, uma vida tão sonhada, perdi tudo aquilo que eu tanto quis. Perdi minha vida. ’’

Depois de descrever minha tragédia, era pra eu estar chorando, mas tem um problema, eu não choro. Depois de escrever tudo isso eu ergui o peito, respirei fundo, e na hora de desabar, eu  sorri, e deu vontade de sair e viver tudo de novo, de ir em busca da minha felicidade de novo. Por que esse ano nem terminou, mas eu já envelheci uns3 anos, vivi muito, realizei sonhos, me entupi de sushi, corri na linha do trem, plantei uma arvore, bebi até cair, subi no arco, viajei pra sobral de cócoras, briguei com vizinhos, pulei na piscina de madrugada de roupa na chuva, fui pro buraco da veia descalço, eu vivi, tudo que eu pude, e fui muuito feliz. E ano que vem, eu vou de novo, em busca da minha felicidade. Por que um dia, eu vou olha pra traz e saber que tudo foi muito bem feito.

‘’Sorrir acima de tudo, simplesmente porque o sorriso volta. ’’ (wanmaia)

terça-feira, 24 de novembro de 2009

O seqüestro de Minerva.

Após ser muito feliz e ser repreendida pela mulher maravilha (ser feliz é dom exclusivamente dos humanos e mortais) a quase frágil Minerva sabia que seria presa no palácio de Temiscira. Desesperada Minerva volta para NeverLand , em busca de liberdade, e doses extras de felicidade.
De volta a felicidade Minerva
encontra seus fieis escudeiros que lhe dão altas doses de extrema felicidade, sonhos, e vontade de viver, um coquetel de tudo que ela precisava para resistir a prisão em Temiscira. Após injetar as doses do coquetel, Minerva dorme tranqüila, acreditando que a prisão não a prenderia por muito tempo, ela não iria se entregar tão fácil. Se for feliz é um Don apenas dos humanos, ela estava disposta a entregar sua imortalidade e seus poderes em troca de ir para NeverLand definitivamente.
Ao acordar a pequena e quase frágil Minerva percebe estar no meio de uma covarde emboscada, sua mãe Mulher Maravilha havia mandado uma guerreia de Temiscira, a qual Minerva tinha uma profunda admiração e amizade, e não reagiria ao mandato de prisão, a princesa anti-heróis vergonhosamente se entrega sem lutar, seus amigos desesperados tentam libertá-la das mãos da guerreira, mas ela num faz o menor esforço, eles então lhe injetam outra dose do coquetel e conseguem guardar mais uma dose em seus pertences.
Os humanos vêem Minerva partir numa cena nunca imaginada, eles acreditava na vontade dela de se tornar mortal, mas ela deu os braços e pernas a serem algemados na frente deles, sem luta, sem reação alguma. Eles sentiram-se traídos, pois lutaram com tudo o que podiam pra ela ficar em NeverLand
, e ela para tanto não fez o menor esforço.
Segundos antes de levantar vôo rumo a Temiscira, Minerva olha pra traz e vê seus ami
gos em profundo silencio, e jura pelo firmamento que não interessa como, mas vai voltar a NeverLand definitivamente. Ela acreditou em suas palavras mais do que qualquer um ali presente, ela vai voltar. Pra isso ela só precisa de tempo...
-Continua
.

quarta-feira, 18 de novembro de 2009

Inspirado em ‘’Sorte e azar... ’’ de Kim Sousa.


Desde muito nova soube que minha mãe é exemplo, e pra mim ela era o melhor.

Tudo que eu sempre quis foi ter a força garra e coragem que ela tem ter o jeito dela, os pensamentos, o mesmo corte de cabelo, as mesmas mãos, a voz rouca... Eu queira e amava ser chamada de ‘’Nevinha nova’’.

Até que ela segura de que eu quis sempre ser igual a ela, passou a me fazer sombra dela. Fez-me um clone. E eu passei a ser elogiada por isso, e eu achava muito bom ser clone.

Quando percebi, que num tinha mais espaço pra mim, percebi que eu era só um retrato dela. E na minha imagem não tinha mais espaço pro meu rosto.

Sempre que tento me mostrar, ser eu, fazer do meu jeito, ela sente vergonha de mim, me ignora, me recrimina, me deixa de lado. E pede simplesmente pra eu deixar de agir como EU!

Eu não quero mais ser igual minha mãe. Ela é a mulher maravilha, isso é bem verdade. Mas se eu não quiser ser a heroína... E se eu quiser ser a Barbara Ann Minerva

. E se eu quiser só ler a historia, e for imparcial. E se eu quiser ser eu?

Pelo visto a mulher maravinha vai-me aprisionar num palácio em Temiscira.

Mas, eu já sei voar...

segunda-feira, 9 de novembro de 2009

MULHER MARAVILHA.



Ter uma integrante da liga da justiça em casa é muito interessante, mas nada fácil.
Ela consegue destruir todo o mal a minha volta. Sabe me fazer feliz, e um facilidade pra me fazer chorar.
Maria das Neves Maia é minha mãe. E isso é o que mais me orgulha, só de pensar nisso já da vontade de sorrir.
Em toda minha vida nunca encontrei uma pessoa q não gostasse MUITO dela, porque ela é simplesmente fantástica.
Um dia um PhD em educação e um semi analfabeto me disseram a mesma coisa: menina, não tem como uma pessoa conhecer sua mãe e não se muito fã dela.
E isso é bem verdade. Eu simplesmente amo viver a sombra dela. Adoro ser chamada de nevinha nova, gosto de ter o mesmo tipo físico e o mesmo corte de cabelo, minha voz roca que é igual à dela, e saber q daqui a 24 anos, eu vou estar igual a ela. Meu Deus isso é uma dádiva.
É aqui gata fashion que agradeço cada briga, cada surra, cada mãozada, todas as advertências, toda a falta de abraço, todos os beijos que voe não me deu, cada praga de você me jogo, cada ligação as 06h30minh da manhã só pra dizer q eu num sou nada. Obrigado por me ensinar a ser forte, por me ensinar a ser independente obrigada por me ensinar a chorar só trancada no banheiro e dizendo um monte de palavrão, pro choro acabar logo, porque chorar mais d 3 mim é coisa de mulherzinha. Obrigada.
Lasco-me pra tentar ser pelo menos 5% do que essa mulher é. Por alcançar esses 5% é ser bem mais que Gandhi.